Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador resenha. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de março de 2013

Resenha #03: Como treinar o seu dragão



Como treinar o seu dragão
Avaliação: Macaco de ouro (5 estrelas)
Sinopse
Conheça Soluço Spantosicus Strondus III: a Grande Esperança e o Herdeiro da Tribo dos Hooligans Cabeludos - mas um garoto sem qualquer talento para liderar. "Como Treinar o seu Dragão" conta a tumultuada jornada de Soluço em sua iniciação como um legítimo guerreiro viking: junto com os outros garotos da tribo, ele precisa domesticar e treinar o dragão mais feroz e assustador que for capaz de capturar. Em vez disso, Soluço acaba com o menor dragão que já se viu - e, para piorar, o animal é teimoso, impossível de ser adestrado e completamente banguela. Começa aí a aventura do mais encantador e improvável dos heróis e de seu dragão muito mal-educado.
Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, "Como Treinar o seu Dragão" é o primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, que inspirou o filme de animação cotado como uma das estreias mais importantes deste ano.

Resenha
Como treinar o seu dragão é um livro infantil da saga "Como treinar o seu dragão" que conta as aventuras de Soluço Spantosicus Strondus III, traduzido do Antigo Norueguês por Cressida Cowell.
O primeiro livro da saga mostra Soluço e outros garotos em sua inicialização para virar um viking da Tribo dos Hooligans Cabeludos e a primeira de muitas missões é conseguir um dragão, pra isso os garotos vão precisar subir em cavernas congelantes, onde ficam dragões em coma por adormecimento.
Soluço era o filho do chefe da tribo e eles estava determinado e precisava pegar o melhor dos dragões treináveis, o melhor tipo, o Pesadelo Monstruoso, mas ele acabou pegando o menor dragão, do pior tipo, e como se isso não fosse ruim o suficiente seu dragão era banguela, desobediente e egocêntrico.
Então chegou enfim a segunda missão, e os garotos teriam que treinar seu dragão para o Dia de Thor, onde eles teriam mostrar que eram capazes de treinar e domesticar um dragão ou então seriam exilados totalmente, não virando verdadeiros vikings.
Soluço até que tentou treinar seu dragão do jeito normal, mas não conseguiu, descobriu um jeito próprio de treinar seu dragão e enfrentou várias aventuras, muitas vezes engraçadas, mas isso só vão saber lendo o livro.
"— Em algum momento meu pai vai descobrir a verdade, claro — disse Soluço abatido." Soluço - Página 86
O livro é realmente muito interessante, embora voltado ao público infantil eu acho que ele pode ser lido por todas as idades (assim como O pequeno príncipe).
Por ser um livro infantil, não espere muita coisa, são aventuras curtas da vida de Soluço e Banguela, divertidas, cômicas muito engraçadas, portanto não espere algo que vá ser desvendada em todos os livros da série (que são uns nove ou dez).
O livro todo contém ilustrações feito à mão pela autora e são muito interessantes, às vezes tendo programações e coisas do livro mesmo.
A capa é muito bonita de se ver e pelo meu olhar, muito criativa também.
Como eu disse o livro é infantil, mas pode ser lido por qualquer idade. Os livros da saga passam em um piscar de olho, sendo bem fáceis e rápidos de serem lidos.
O filme só tem o mesmo nome e o nome de personagens, mas é totalmente diferente do livro.

Por: m. pierre

Resenha #02: O mágico de Oz



O mágico de Oz
Avaliação: Macaco de ouro. (5 estrelas)

Sinopse
A casa de uma menina que vive no interior do Kansas é envolvida por um tornado, sendo transportada para a Terra de Oz. Dorothy se aventura pelo colorido e novo mundo que acaba de descobrir. Tentando voltar para casa conhece pelo caminho um espantalho,um leão e um homem de lata, os quatro se unem para encontrar o Mágico de Oz, que poderá realizar os seus mais íntimos desejos. A história do Mágico de Oz é bastante conhecida por todo o mundo.


Resenha:
O mágico de Oz, de L. Frank Baum é um clássico infanto-juvenil de fantasia magnífico. 
Dorothy é uma menininha que vivia no Kansas com sua tia Em e o seu tio Henry. No Kansar existem muitos ciclones e em um desses ciclones Dorothy e seu cãozinho Totó não conseguiram escapar e tiveram sua casa levada por ele até terras estranhas. Nesse lugar Dorothy descobriu que talvez o grande Mágico de Oz, o mais forte de todos naquele lugar poderia levá-la de voltar para o Kansas.
Em sua jornada Dorothy descobriu que não era a única que precisava, ela encontrou um Espantalho que queria um cérebro para poder pensar como os homens de carne, um Lenhador de Lata que queria um coração para poder amar como todas as pessoas e um Leão Covarde que queria coragem para ser o rei dos animais e poder lutar com qualquer um deles.
"— Deve ser incômodo ser feito de carne — disse o Espantalho, pensativo. — Porque a pessoa precisa dormir, comer e beber. Por outro lado, tem um cérebro, e poder pensar direito bem que vale todo o trabalho." Espantalho, página 49.
Passaram então todos eles, Dorothy, seu cão Totó, o Espantalho, o Lenhador de Lata e o Leão Covarde por grande aventuras até chegarem à Cidade das Esmeraldas, onde descobriram o segredo do grande Mágico de Oz e passaram por várias outras aventuras.
Para mim, O mágico de Oz é um livro magnificamente mágico, esse livro mostra que nem sempre precisamos realmente de tudo que queremos, que às vezes temos o que queremos mesmo achando que precisamos urgentemente e acabamos nos preocupando mais consigo mesmo do que quem realmente tem um problema real. Esse livro também me mostrou que nós podemos ser o que quisermos, basta querermos e ter uma criatividade extra pra isso.
Baum realmente fez uma estória  interessantíssima e realmente gostosa de se ler, quando você começa a ler o livro, não quer mais parar, nunca mais. Eu inclusive li em cinco horas, de madrugada, escondido, mas não parei de ler.
A edição pocket da Zahar, que é a que eu tenho, ter um designer lindo, capa dura e a primeira e a última folha são desenhos de tijolos amarelos, como os da estrela que leva até a Cidade das Esmeraldas, o livro contém cerca de 50 ilustrações é muito bonito de se olhar.
O livro é realmente muito BAUM, entenderam entenderam? Baum, bão, bom. L. Frank Baum. C: C: Beleza, não teve graça, continuemos com a resenha.
Bem, eu não acho que O mágico de Oz seja digno que algum defeito não, o livro é mágico e perfeito, e mesmo sendo uma estória infantil eu acho que até quem não é acostumado com o estilo leria de boa porque o livro é realmente magnífico.
O livro serviu de inspiração para vários filmes e peças teatrais e é considerado um clássico.
Poucos sabem, mas O mágico de Oz é o primeiro livro de uma série com catorze livros. 
E só para dar fim à resenha, uma parte de um artigo do Wikipédia que achei necessário:


Relações com o partido populista estadunidense
Em 1964, Henry M. Littlefield foi a primeira pessoa a declarar que "O Maravilhoso Feiticeiro de Oz" não era apenas um livro infantil, mas sim uma alegoria ao Movimento Populista ocorrido nos Estados Unidos da América no fim do século XIX. Littlefield publicou um artigo chamado "The Wizard of Oz: Parable on Populism." no diário estado-unidense chamado "American Quaterly." Desde então, a teoria da relação do livro com o Partido Populista (Populist Party) vem sendo ensinada nas escolas e faculdades estado-unidenses.
Além de Henry M. Littlefield, muitos outros especialistas em política e história estado-unidenses dizem que o livro é muito mais do que um conto infantil, afirmando que Lyman Frank Baum era um seguidor do Partido Populista, e que esse autor usou o livro para defender o principal ideal desse partido, que era introduzir a prata como moeda de circulação no país, quebrando a hegemonia do ouro - ouro este que era escasso e estava quase que completamente sob o domínio dos donos das indústrias, que, por sua vez, eram na maioria membros do Partido Republicano.
Existem inúmeras interpretações para o que Lyman Frank Baum demonstra com o livro, entre as interpretações mais comuns estão que Dorothy é do estado de Kansas, pois na época era um estado completamente rural onde o Partido Populista era forte, devido a presença de muitos fazendeiros. No livro, Dorothy usa sapatos prateados, que significam a prata pisando no ouro, já que toda a estrada era feita de tijolos dourados.
O Espantalho representa a figura comum de um fazendeiro estado-unidense, que é considerado "sem cérebro" pelas elites industriais mas mesmo assim consegue ajudar a solucionar problemas que surgiram durante a jornada do livro.
O Homem-Lata representa o trabalhador das indústrias do nordeste dos Estados Unidos da América, pessoas exploradas por ricos empresários, que já não tem mais sentimentos e não fazem nada na vida além de trabalhar para ganhar pouco.
O exército de macacos comandado pela Bruxa do Oeste representa os nativos e índios da América do Norte. Em vários trechos do livro podem ser encontradas falas dos macacos onde os mesmos dizem que antes da chegada do homem, eles viviam num reino de paz, sem ter que trabalhar nem servir a ninguém.
E finalmente, o Leão representa o maior nome do Partido Populista, William Jennings Bryan. Um homem muito bom em falar em público, convencendo e persuadindo pessoas sobre a suas idéias, mas que na hora das eleições nunca provou ser realmente forte como parecia. Bryan concorreu a presidência cinco vezes consecutivas e não venceu nenhuma delas.
A interpretação mais comum do fato de que o autor Frank Baum, que era adepto do Partido Populista, ter criticado William J. Bryan em seu livro, é que na última vez em que se candidatou para a presidência dos Estados Unidos da América, Bryan deixou o Partido Populista para se candidatar pelo Partido Democrata, o que contribuiu para o fim do Partido Populista estado-unidense.

Por: m. pierre

quarta-feira, 27 de março de 2013

Resenha #01: Cidade dos Ossos

Os Intrumentos Mortais - Cidade dos Ossos (livro 1)
Avaliação: Chimpanzé.  (4 estrelas)

Sinopse
Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Resenha
Cidade dos ossos, de Cassandra Clare, é um livro de fantasia sobrenatural urbana com um toque de romance.
Você pode achar isso meio piegas, mas Cidade dos Ossos foi um livro que me surpreendeu demais. Imagine você, em plena New York descobre que todas aquelas fantasia de literaturas fantásticas e HQ's são todas verdade, totalmente escondida à olho nu e invisível aos "mundanos", essa é a história que conta Cidade dos Ossos e a saga Instrumentos Mortais.
A protagonista da história é Clary Frey, uma garota de 15 anos que mora em New York com sua mãe, uma pintora. O começo dessa aventura é normal, dois adolescentes, Clary e seu melhor amigo Simon, em uma balada de boa quando apenas Clary presencia um assassinato, eu digo APENAS Clary porque só ela vê os assassinos e o assassinado. E então começa toda uma história com Jace Wayland, Alec e Isabelle Lightwood, três caçadores de sombra (metade sangue humano, metade sangue de anjo) e várias outras criaturas como fadas, lobisomens, vampiros, bruxos e todo o Mundo das Sombras.
Cassandra Clare criou uma história super bem desenvolvida e apesar de repetitiva, criativa. Você pode até parar pra pensar: "Argh, mas essa história de vampiros e lobisomens de novo senhor macaco?" Sim, essa história de novo, mas apesar do mercado literário estar cheio disso tudo, Cidade dos Ossos é super bem bolado e interessante por ser uma fantasia urbana (se passa dentro de uma cidade) e comentar sobre vários tipos de assuntos adolescentes. A história é realmente brilhante (literalmente, já que a capa tem uns brilhos holográficos e tals) e muito rápida de se ler.
Como eu disse ali pra cima, o livro também fala sobre criaturas fantásticas, e ensinam várias coisas sobre eles.
"— Fadas são anjos caídos — disse Dorothea — que desceram do paraíso por seu orgulho." (Pág. 106)
Apesar de eu ter gostado do livro, há sim pontos negativos. O livro é bem teen, o que para quem está acostumado com um livro mais maduro pode achar chato, irritante e cansativo.
Ele também é um pouco clichê, talvez mais que "pouco", um badboy irônico e criaturas do sub-mundo, é bem clichê né?
Há pessoas que reclamam da tradução do livro, há alguns errinhos sim, e (no meu livro pelo menos) há partes um pouco apagadas, mas nada que atrapalhe a literatura.
E sempre há quem ache que o tipo de escrita da autora é entediante, bom, eu não acho, mas coloco os gostos de todo mundo.
E o livro leva 4 estrelas (chimpanzé) pois é ótimo, mas tem alguns pontos negativos. Até a próxima resenha.

(imagem dos personagens Simon e Clary no filme do livro, que terá lançamento em 23 de agosto de 2013.)

Por: m. pierre

segunda-feira, 11 de março de 2013

Resenha Simples: O sobrinho do mago.



O sobrinho do mago, de C. S. Lewis, é um livro de fantasia, o primeiro livro (segundo a ordem de Lewis) da saga As crônicas de Nárnia.
O livro conta como as idas e vindas entre nosso mundo e o de Nárnia começaram. A história se passa há muito tempo atrás e mostra as aventuras de Digory Kirki e Polly Plummer, ambientada em Londres, onde eles se conhecem e tornam-se muito amigos. Um dia desses a garota mostrou a Digory um túnel em sua casa, que passava, provavelmente, em todas casas do bairro, eles então resolveram ir por esse túnel até a casa abandonada, que era vizinha a do garoto, explorar, mas acabaram saindo no sótão da casa do mesmo, onde ficava seu tio louco, que os mandou por meio de anéis mágicos, até o “Bosque Entre Mundos”, um lugar lindo, que ligava vários mundos entre si, e foi a partir  daí que todas as aventuras começaram. Fazendo você viajar por Charn, Nárnia e conhecer outras histórias, extremamente boas.
O sobrinho do mago mostra que tudo na vida pode ser bom se acontecer do seu próprio jeito, se você não for desesperado, sair cometendo erros, tudo dará certo, a magia do livro é algo realmente, vamos se dizer... Mágico, e te faz viajar mundo, ou melhor, mundos a fora, Lewis pode com toda certeza ser considerados um dos melhores, ou o melhor, escritor de fantasia.
A leitura te puxa pra dentro do livro, fazendo você não desgrudar nem um minuto dela, essa é uma característica que achei ótimo no livro, me fazendo não sair nem pra comer, só lendo-o.
Características negativas? Pra que isso? O sobrinho do mago é um livro perfeito, realmente mágico.


Por: m. pierre