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sábado, 4 de maio de 2013

Semana dos Escritores Clássicos: Jorge Amado

Jorge Leal Amado de Faria (06/08/1912 - 06/08/2001)

Nascido em Itabuna, BA, foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos, além de ser também o autor mais adaptado na televisão brasileira.
Estudou na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual UFRJ, e ali travou seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado. Militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai, período em que fez longa viagem pela América Latina.
Em 1945, foi eleito membro da Assembleia Nacional Constituinte, na legenda do Partido Comunista Brasileiro (PCB), tendo sido o deputado federal mais votado do estado de SP. Jorge Amado foi autor da lei que assegura o direito à liberdade de culto religioso.
Seu Partido foi declarado ilegal e seus membros perseguidos e presos no ano de 1947, por isso ele teve que se exilar com sua família na França, onde ficou até 1950, quando foi expulso. 
De volta ao Brasil, Jorge Amado afastou-se, em 1955, da militância política, sem, no entanto, deixa os quadros do Partido Comunista.
Dedicou-se inteiramente à literatura. Foi eleito, em 6 de abril de 1961, para a cadeira de número 23, da Academia Brasileira de Letras, que tem por patrono José de Alencar e por primeiro ocupante Machado de Assis.
Faleceu em Salvador e, conforme seu desejo, foi cremado. Suas cinzas foram enterradas no jardim de sua residência no dia em que completaria 89 anos.

Obras:
Capitães da Areia
Uma história crua e comovente sobre meninos pobres que moram num trapiche em Salvador e clássico absoluto dos livros sobre infância abandonada, assombrou e encantou vária gerações de leitores e permanece até hoje tão atual quanto na época em que foi escrito.

Gabriela, Cravo e Canela
O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, um dos mais sedutores personagens femininos criados por Jorge Amado, tem como pano de fundo, em meados dos anos 1920, a luta pela modernização de Ilhéus, em desenvolvimento graças às exportações do cacau. Com sua sensualidade inocente, Gabriela não apenas conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a lei que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue.
Publicado em 1958, o livro logo se tornou um sucesso mundial. Na televisão, a história se transformou numa das novelas brasileiras mais aclamadas mundo afora.

Dona Flor e Seus Dois Maridos
Conta a história de Florípedes Paiva, que conhece em seus dois casamentos a dupla face do amor: com o boêmio Vadinho, Flor vive a paixão avassaladora, o erotismo febril, o ciúme que corrói. Com o farmacêutico Teodoro, com quem se casa depois da morte do primeiro marido, encontra a paz doméstica, a segurança material, o amor metódico.

Tieta do Agreste
Fogosa pastora de cabras e namorada de homens, a adolescente Tieta é surrada pelo pai e expulsa de Santana do Agreste graças à delação de suas aventuras eróticas por parte da irmã mais velha, a pudica e reprimida Perpétua. Um quarto de século depois, rica quarentona, Tieta retorna em triunfo ao vilarejo, no interior da Bahia. Com dinheiro e influência política, ajuda a família e traz benefícios à comunidade, entre eles a luz elétrica.
Para os parente e amigos de Agreste, Tieta enriqueceu no sul ao se casar com um industrial e comendador. Mas aos poucos o narrador vai implantando no leitor a dúvida, o descrédito, até revelar a história oculta da protagonista. Nesse acerto de contas com o passado, ela acaba se envolvendo na acirrada disputa em torno do futuro do lugarejo.


Jorge Amado
Imagem e dados retirados de: Fundação Casa
Mais dados: Wikipédia

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Semana dos Escritores Clássicos: Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo (14/04/1857 - 21/01/1913)

Romancista, contista, cronista, diplomata, caricaturista e jornalista brasileiro, Aluísio Azevedo nasceu em São Luís, MA e trabalhou como caixeiro e guarda-livros da infância à adolescência. Em 1876, matriculou-se na Imperial Academia de Belas Arte, hoje Escola Nacional de Belas Arte, no Rio de Janeiro. 
Interessado desde pequeno pelo desenho e pela pintura, fazia  caricaturas para os jornais da época a fim de manter-se e, a partir de seus desenhos, escrevia cenas de romances.
Após a morte de seu pai voltou a São Luís para tomar conta da família e ali começou a carreira de escritor, com a publicação, em 1879, um romance Uma Lágrima de Mulher.
Ajudou a lançar e colaborou com o jornal anticlerical O Pensador, que era a favor da abolição da escravatura, enquanto os padres se mostravam contrários a ela. Em 1881, Aluísio lança O Mulato, romance que causou escândalo entre a sociedade maranhense pela crua linguagem naturalista e pelo assunto tratado: o preconceito racial.
Em 1881, com o sucesso de seu romance na Corte como exemplo de naturalismo, Aluísio pôde retornar ao Rio de Janeiro, decidido a ganhar a vida como escritor.
Passou a publicar seus romances em folhetins de um jornal, obras menores, escritas apenas para garantir a sobrevivência. 
Preocupado com os novos agrupamentos humanos que surgiam em seu universo, com a degradação das casas de pensão e sua exploração pelo imigrante escreveu duas de suas melhores obras, famosas até os dias atuais: Casa de Pensão (1884) e O Cortiço (1890).
No ano de 1895 ingressou na diplomacia. O primeiro posto foi em Vigo, Espanha. Depois serviu no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália e quinze anos depois que ingressou, foi nomeado cônsul de 1º classe, sendo removido para Assunção. 
Faleceu em Buenos Aires, seu último posto, aos 56 anos e foi enterrado naquela cidade. Seis anos depois, por uma iniciativa de Coelho Neto, a urna funerária de Aluísio Azevedo chegou a São Luís, onde o escritor foi sepultado.

Algumas de suas obras:
  • O Mulato
Frequentemente apontado como o primeiro romance naturalista brasileiro, O mulato conta a história de Raimundo empenhado em descobrir o mistério de sua origem (a qual acaba se revelando espantosamente trágica), o tratamento cruel e racista que lhe dispensam outros personagens, os obstáculos ao seu projeto amoroso e o desfecho impactante, somada à qualidade literária do autor na construção de uma consciência nacional tornaram este romance um dos mais importantes clássicos da literatura brasileira.

  • O Cortiço
Síntese do Naturalismo brasileiro, constitui-se em um dos melhores retratos do Brasil do fim do Segundo Império, a obra recria a realidade dos agrupamentos humanos sujeitos à influência da raça, do meio e do momento histórico. O predomínio dos instintos no comportamento do indivíduo, a força da sensualidade da mulher mestiça, o meio como fator determinante do comportamento são algumas das teses naturalistas defendidas pelo autor ao lado de fortes denúncias sociais. O protagonista do romance é o próprio cortiço, onde se acotovelavam lavadeiras, trabalhadores de pedreira, malandros e viúvas pobres.

  • Casa de Pensão
Em "Casa de Pensão", o jovem Amâncio, ao chegar à capital fluminense para estudar, sente na própria pela as leis impostas pelos mais espertos e acaba vivendo uma trágica história de amor.

  • Uma Lágrima de Mulher
Em seu romance de estreia, Aluísio situa suas personagens - Miguel, Rosalina, Maffei e Ângela - em uma aldeia de pescadores nas ilhas Lipari, na Grécia, onde inicia a narrativa. Posteriormente, em Nápoles, Itália, além de mostrar as mudanças de caráter em Rosalina, antes ingênua e meiga, e em Maffei, de austero a ambicioso e amoral, põe a nu a hipocrisia daquele meio social, que define como uma sociedade flutuante, onde burgueses ricos e nobres falidos estabelecem relações promíscuas.

Dados retirados de: ABL.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Semana dos Escritores Clássicos: José de Alencar

José Martiniano de Alencar (01/05/1829 - 12/12/1877)

Jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista, teatrólogo e dramaturgo brasileiro, José de Alencar nasceu em Messejana, CE e cursou Direito em São Paulo/Olinda.
Formado, começa a advogar no Rio, passa a colaborar no Correio Mercantil e a escrever para o Jornal do Commercio os folhetins que, em 1874, reuniu sob o título de Ao correr da pena. Redator-chefe do Diário do Rio de Janeiro em 1855 publicou seu primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha, mas é com O Guarani que alcançará notoriedade (estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros). Filiado ao Partido Conservador, foi eleito várias vezes deputado geral pelo Ceará e também ministro da Justiça; Não conseguiu tornar-se senador, devendo contentar-se com o título do Conselho. Desgostoso com a política, passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.
Escreveu romances indianistas, urbanos, regionais, históricos, romances-poemas de natureza lendária, obras teatrais, poesias, crônicas, ensaios e polêmicas literárias, escritos políticos e estudos filosóficos.
Em 1866, Machado de Assis, elogiou calorosamente o romance Iracema e José de Alencar confessou a alegria que lhe proporcionou essa critica em Como e porque sou romancista. Assis sempre teve Alencar em alta conta e, ao fundar-se a Academia Brasileira de Letras, escolheu-o como patrono de sua cadeira.
A obra obra citada é da mais alta significação nas letras brasileiras, então ele passou a ser chamado "o patriarca da literatura brasileira" por ser a primeira figura das nossas letras.

Curiosidade: Em 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis, dando respaldo para o romance Dom Casmurro. Será?

Faleceu no Rio de Janeiro, de tuberculose, aos 48 anos de idade.

Algumas obras de Alencar:
Iracema:
A virgem tabajara Iracema apaixonou-se por Martim, um colonizador português.
Entre as guerras e conflitos, ciúmes e disputa de poder, a história desse amor proibido tem como pano de fundo a cultura indígena, com seus deuses e mitos, a miscigenação do branco com o índio e o surgimento de um novo país numa terra fértil.

O Guarani:
Um dos maiores clássicos da literatura brasileira, ícone do indianismo romântico, O Guarani é um romance em que um índio guarani tenta conviver com os colonos portugueses que invadem suas terras. Alencar mostra, com todas as nuances possíveis, o choque entre duas culturas com visões de mundo completamente diferentes.

Senhora:
Tem como protagonista Aurélia Camargo, uma moça bela, inteligente e de muita personalidade que vive um desilusão amorosa ao ser trocada por uma moça mais rica. Ao receber uma herança, Aurélia decide lutar para recuperar seu amado e acaba conseguindo casar-se com ele. No fim, redimidos, ela do orgulho, ele pela humilhação, o verdadeiro amor vence. No romance percebemos a condenação do casamento por conveniência e a retratação do Rio de Janeiro do Segundo Império, dando especial atenção ao modo de vida da burguesia e às relações humanas na sociedade da época.


Esta foi a pequena homenagem feita pelo blog Macaco Literário ao escritor José de Alencar, já que hoje completa-se 184 anos desde o dia de seu nascimento. Um ícone da literatura brasileira, conhecido pelos romances detalhistas e a idealização dos índios, do amor e do Brasil.


Bibliografia para mais detalhes da vida do escritor: Wikipédia, ABL












quarta-feira, 1 de maio de 2013

Semana dos Escritores Clássicos: Álvares de Azevedo

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (12/09/1831 - 25/04/1852)

Escritor, contista e poeta, Álvares de Azevedo nasceu em São Paulo onde estudou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e apesar de não concluir o curso, ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental.
Ora sentimental, ora mordaz e trágico, foi considerado o responsável pelo "mal do século".
Alguns dizem que o autor teve uma vida boêmia, e outros, uma vida casta. Contudo, suas poesias mostravam uma ideia fixa em sua própria morte, provavelmente por causa de sua saúde frágil e também pela morte prematura do irmão e de seus colegas de faculdade.
Foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 21 anos. Entretanto, quando estava certo de sua morte, começou a escrever cartas à mãe, à irmã e aos amigos avisando-os do seu inevitável destino.
Sua temática voltada à morte pode ser considerada como um refúgio, uma fuga da realidade conturbada em que vivia e da relação com o mundo que o cercava.
O Poeta desejou tanto a morte que morreu ainda jovem, aos vinte e um anos, na cidade do Rio de Janeiro.

  • Obras:       

Lira dos Vinte Anos: 
Essa obra reúne alguns dos mais expressivos poemas do maior vulto da Segunda geração do Romantismo brasileiro, Álvares de Azevedo, escritos quando o poeta tinha entre 17 e 20 anos.

Macário: 
Peça de teatro

Noite na Taverna:
Contos

O Conde Lopo:
Poema épico que atualmente só resta fragmentos.

Álvares de Azevedo também escreveu muitas cartas e ensaios e traduziu para o português o poema Parisina, de Lorde Byron, e o quinto ato de Otelo, de William Shakespeare.

(Peço desculpas pelas sinopses, mas encontrei muito pouco sobre os livros)

Dados retirados de: Wikipédia e Brasil Escola

terça-feira, 30 de abril de 2013

Semana dos Escritores Clássicos: Machado de Assis


Joaquim Maria Machado de Assis (21/06/1839 - 29/09/1908)

Machado de Assis foi um escritor considerado como sendo o maior nome da literatura brasileira. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários ( foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo). Nasceu e faleceu no Rio de Janeiro. Em vida testemunhou a mudança política no país quando a república substituiu o império sendo um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.
Nascido em uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou uma universidade. Interessado pela boemia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual. Assumiu diversos cargos públicos, e conseguiu precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas. 
Fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras (conhecida também como Casa de Machado de Assis). Machado foi o primeiro a ocupar a cadeira de numero XXIII da acadêmia, nomeando José de Alencar (falecido vinte anos antes da fundação da academia) como patrono do acento.
Com 15 anos publicou seu primeiro trabalho literário, o soneto: "A Ilma. Sra. D.P.J.A" (1854) e em 1861 veio o seu primeiro livro, a tradução de "Queda que as Mulheres têm para os tolos".


Em pé: Rodolfo Amoedo, Artur Azevedo, Inglês de Souza, Bilac, Veríssimo, Bandeira, Filinto de Almeida, Passos, Magalhães, Bernardelli, Rodrigo Octávio, Peixoto; Sentados: João Ribeiro, Machado, Lúcio de Mendonça e Silva Ramos.


  • Algumas Obras: 

Memórias Póstumas de Brás Cubas
É após a morte que Brás Cubas decide narrar suas memórias. Nesta condição, nada pode suavizar seu ponto de vista irônico e mordaz sobre uma sociedade em que as instituições se baseiam na hipocrisia. O casamento, o adultério, os comportamentos individuais e sociais não escapam à sua visão aguda e implacável, nesta obra fundamental de Machado de Assis.

Quincas Borba
Narrado na terceira pessoa, é a história do ingênuo professor Rubião, mineiro de Barbacena, que recebe como herança todos os bens do filosofo Quincas Borba, mais a incumbência de tomar conta de seu cão - também denominado Quincas Borba -, e divulgar a filosofia conhecida como Humanitismo.

Dom Casmurro
Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. A alma de Capitu é, na verdade, um labirinto sem saída, um labirinto que Machado também já explorara em personagens como Virgília (Memórias Póstumas de Brás Cubas) e Sofia (Quincas Borba), personagens construídas a partir da ambigüidade psicológica, como Jorge Luis Borges gostaria de ter inventado.

Outras Obras em: Machado de Assis

Assinatura de Assis:  Assinatura de Machado de Assis.gif
Selo postal em sua homenagem (1958):
 
Moeda feita em sua homenagem (1939):
 

M. BRUNA e M. VITOR

Sinopses: Skoob



segunda-feira, 29 de abril de 2013

Tag: Alfabeto Literário!

Olá pequenos macacos que pulam de galho em galho, fomos taggeados por dois blogs, por este motivo aqui terá a recomendação de 10 livros! Vamos às regras:
  • O número de blogs que serão indicados depende de cada um;
  • Você deve indicar, NO MÁXIMO, 5 letras do alfabeto (para o post não ficar muito grande), que podem ser aleatórias ou seguidas;
  • Para cada blog deve ser mandado uma sequência diferente;
  • Quem receber a tag deve escolher livros que comecem com as letras indicadas. Artigos não contam. Ex: " O mundo acabou". O artigo "O" não conta como letra "O", ou seja, o que vale são as letras da palavra secundária, nesse caso, a letra "M";
  • Na ausência de TODAS AS LETRAS, o leitor poderá fazer sua listinha de livros.
Os blogs que nos taggearam foram o Devoradores de histórias (Letras: S, P, A, E e U) e o Momento literário (Letras: A, F, G, N e M).

S - A Sociedade do Anel - J. R. R. Tolkien
Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder - a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro. ------ "A Sociedade do Anel" é a primeira parte da grande obra de ficção fantástica de J. R. R. Tolkien, "O Senhor dos Anéis". É impossível transmitir ao novo leitor todas as qualidades e o alcance do livro. Alternadamente cômica, singela, épica, monstruosa e diabólica, a narrativa desenvolve-se em meio a inúmeras mudanças de cenários e de personagens, num mundo imaginário absolutamente convincente em seu detalhes. Nas palavras do romancista Richard Hughes, "quanto à 'amplitude' imaginativa, a obra praticamente não tem paralelos e é quase igualmente notável na sua vividez e na habilidade narrativa, que mantêm o leitor preso página após página". Tolkien criou em "O Senhor dos Anéis" uma nova mitologia, num mundo inventado que demonstrou possuir um poder de atração atemporal.


P - O Poder dos Seis - Pittacus Lore
(Sinopse pode conter spoiler do livro Um
)
O planeta Lorien foi devastado pelos mogadorianos, e seus habitantes, dizimados. Exceto nove crianças e seus guardiões, que se exilaram na Terra. Eles são como os super-heróis que idolatramos nos filmes e nos quadrinhos – porém, são reais. O Número Um foi morto na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Tentaram pegar o Número Quatro, John Smith, em Ohio, e falharam. Em O poder dos seis, John e a Número Seis se recuperam da grande batalha contra os mogadorianos, de quem ainda fogem para salvar a própria vida. Enquanto isso, a Número Sete está escondida em um convento na Espanha, acompanhando pela Internet notícias sobre John. Ela se pergunta onde estão Cinco e Seis, imaginando se um deles é a garota de cabelo preto e olhos cinzentos de seus sonhos, cujos poderes vão além de tudo o que ela já imaginou, aquela que tem a força necessária para reunir os seis sobreviventes.


A - Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley
Ano 634 d.F. (depois de Ford). O Estado científico totalitário zela por todos. Nascidos de proveta, os seres humanos (pré-condicionados) têm comportamentos (pré-estabelecidos) e ocupam lugares (pré-determinados) na sociedade: os alfa no topo da pirâmide, os ípsilons na base. A droga soma é universalmente distribuída em doses convenientes para os usuários. Família, monogamia, privacidade e pensamento criativo constituem crime. Os conceitos de "pai" e "mãe" são meramente históricos. Relacionamentos emocionais intensos ou prolongados são proibidos e considerados anormais. A promiscuidade é moralmente obrigatória e a higiene, um valor supremo. Não existe paixão nem religião. Mas Bernard Marx tem uma infelicidade doentia: acalentando um desejo não natural por solidão, não vendo mais graça nos prazeres infinitos da promiscuidade compulsória, Bernard quer se libertar. Uma visita a um dos poucos remanescentes da Reserva Selvagem, onde a vida antiga, imperfeita, subsiste, pode ser um caminho para curá-lo. 


E - Extraordinário - R. J. Palácio
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

U - A Última Música - Nickolas Sparks 
Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ULTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.

A - O Atlas Esmeralda - John Stephens 
Há dez anos, numa noite de inverno, os irmãos Kate, Michael e Emma foram tirados de suas camas às pressas, perseguidos por criaturas estranhas e levados para longe de seus pais, os quais nunca mais viram. Desde então, os três passaram todo esse tempo vivendo em vários orfanatos sem saber o que de fato aconteceu naquela noite. Kate, a mais velha, é a única que tem lembranças dos pais, a quem jurou proteger seus irmãos a todo custo até que a família estivesse reunida novamente; Michael, o do meio, adora o mundo dos livros e histórias de magia e é sempre alvo de implicância dos garotos mais velhos; e Emma, a mais nova, é uma verdadeira encrenqueira, mas de grande coração. Quando chegam a uma mansão abandonada, os irmãos encontram um atlas encantado que os faz viajar no tempo e os leva para uma terra habitada por gigantes, anões, lobos famintos, crianças prisioneiras e uma condessa que é a fonte de todo o Mal. Assim, as crianças que apenas buscavam o paradeiro de seus pais acabam tendo que salvar o mundo.


F - Floresta dos Corvos - Andrew Peters
Ark vive no alto das últimas árvores que restam no mundo. E, já que mesmo em um país suspenso como Arborium alguém precisa desentupir os canos, ele tem uma profissão: aprendiz de encanador. É enquanto está ocupado com o vaso sanitário de um político poderoso que o garoto se torna testemunha de algo que vai mudar sua vida. Sem querer, Ark entreouve a conversa de conspiradores que pretendem destruir seu país.
Uma perversa enviada de Maw, o império inimigo, feito de vidro e metal, planeja tomar as ricas árvores de Arborium e transformá-las em matéria-prima, fazendo de seu povo, os pacíficos dendrianos, nada mais que escravos de seu plano maligno.
Flagrado, Ark precisa fugir para não ser morto, e terá de percorrer o gigantesco arvoredo e chegar à sombria Floresta dos Corvos, onde talvez esteja sua única chance de proteger seus amigos e seu lar.

G - O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald
Obra-prima de Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece - Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.





N - Neuromancer - William Gibson
Um hacker renegado, uma samurai das ruas, um fantasma de computador, um terrorista psíquico e um rastafari orbital num thriller sexy, violento e intrigante. De Tóquio a Istambul, das estações espaciais ao não-espaço da realidade virtual, o tenso jogo final da humanidade contra as Inteligências Artificiais...
Evoluindo de Blade Runner e antecipando Matrix, Neuromancer é o primeiro - e ainda hoje o mais famoso - livro de William Gibson. É considerado não só o romance que deu origem ao gênero cyberpunk, mas também o seu melhor representante. Edição especial com nova tradução, nova capa e projeto gráfico, novo prefácio e notas explicativas.






M - O Mágico de Oz - L. F. Baum
A casa de uma menina que vive no interior do Kansas é envolvida por um tornado, sendo transportada para a Terra de Oz. Dorothy se aventura pelo colorido e novo mundo que acaba de descobrir. Tentando voltar para casa conhece pelo caminho um espantalho,um leão e um homem de lata, os quatro se unem para encontrar o Mágico de Oz, que poderá realizar os seus mais íntimos desejos. A história do Mágico de Oz é bastante conhecida por todo o mundo.







E por fim, segue abaixo os blogs que eu mando essa tag:
Biblioteca Esmeralda: A T W B U
(in)Utilidade Pública: P Q E J A
[Nosubtitle]: M U F E D
Olímpico Literário: L S C G N
Livroterapias: Q F L I C

Por: m. pierre & m. bruna

quarta-feira, 27 de março de 2013

Diário de Leitura 2: Fazendo Meu Filme - A estreia de Fani



Fazendo Meu Filme - A Estreia de Fani
  • Personagens favoritos: Gabi, Fani e Léo.
  • Data de início da leitura: 12-01-2013
  • Data de término da leitura: 13-01-2013

Citações:
"...Mas é que, de repente, eu me toquei que essa carta poderia ter a cena final do meu script e que, se eu não lesse a tempo, o final poderia não ser tão feliz quanto merecia" Fani.


"O filme está apenas começando" Léo.

"Eu sorri para ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só o trailler. Agora que o filme realmente iria iniciar" Fani.

"...Mas o melhor DVD já inventado é a nossa memória, uma vez que podemos visitá-la sem nenhuma aparelhagem" Fani.

"Engraçado como a gente faz uma seleção inconsciente quando se despede. As pessoas mais importantes vão sendo deixadas por último, como se guardássemos o melhor para o final... Só que, nesse caso acho, que é melhor dizer adiar o pior para o final" Fani.

" Quando ele abriu sairam chocolates, estrelas, corações, balas... Todas as coisas deliciosas que ele sempre quis dela, mas que já tinha perdido a esperança de receber" Léo. 

"Ganhar o amor daquela menina era o melhor prêmio que ele poderia desejar" Léo.

"O presente dela encheu a vida dele de melodia" Léo.

"-Você não está com frio?[...]
Por um momento, eu pensei que ele fosse me oferecer o casaco dele, mas em vez disso ele só disse:
- Vamos lá pra dentro?" Léo e Fani.

"O corpo da gente parecia que tinha sido moldado um no outro e eu podia sentir o perfume dele misturado com o meu" Fani.

"-...Que alguma coisa você quer que eu faça em apenas três horas?
Eu perguntei meio sem paciência.
-Gritar no meio da rua que eu amo ele?
-Você ama ele?, as duas perguntaram juntas" Fani, Gabi e Natália

"...Eu no seu lugar, teria não só dito o palavrão, mas também jogado a carteira pra cima, saído pisando duro, e batido a porta da sala [...] Bom, pelo menos eu teria tido muita vontade de fazer isso" Pai da Fani.

"Você vive no mundo da fantasia. Nenhum desses amores que você acha que teve foram reais. Está na hora de você ter um amor de verdade" Gabi.

Opinião:
A autora escreve as histórias vividas por seus personagens de maneira tão contagiante que já que não podemos entrar dentro do livro ficamos com uma certa invejinha de quem "vive nele"!
Fani (personagem principal) vive sua vida como qualquer outra adolescente, mas o que faz as fãs se identificarem ainda mais com a protagonista é o fato do livro ser brasileiro, o que se torna próximo da realidade vivida por nós do Brasil.
Por ser naturalmente escrito em português e não precisar de traduções, não são alteradas as expressões escritas, sendo que muitas vezes por não poder ser traduzido literalmente o texto fica sem o sentido desejado pela autora.
Os pequenos trechos de filmes no início de cada capítulo faz uma grande diferença, deixa a história mais real, mais "aconchegante" e divertida. Um modo diferente e bastante original que atrai a atenção do leitor.

Por: m. bruna

sábado, 23 de março de 2013

Diário de Leitura 1: A Guerra dos Tronos


As Crônicas de Gelo e Fogo – A Guerra dos Tronos.
·         Personagens favoritos: Arya, Jon, Tyrion.
·         Data de início da leitura: 15-12-2012
·         Data de término da leitura: 12-01-2013


Citações:

“Ele não era dragão nenhum, pensou Dany, estranhamente calma. O fogo não pode matar um dragão” Daenerys.

“Deixe-me lhe dar um conselho bastardo. Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim não poderá ser nunca sua fraqueza. Arme-se com está lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo” Tyrion.

“Todas as melhores espadas têm um nome” Jon.

“Há coisas a aprender mesmo com os mortos” Royce.

“-Pode um homem continuar a ser valente se tiver medo?
-Esta é a única maneira de um homem ser valente” Bran e Ned.

“Se tirar a vida de um homem, deve olha-lo nos olhos e ouvir suas últimas palavras. E se não conseguir suportar faze-lo, então talvez o homem não mereça morrer” Ned.

“Um governante que se esconde atrás de executores pagos logo se esquece do que é a morte” Ned.

“O azul está me chamando” Anônimo.

“Um passarinho bonito e falante que repete todas as palavrinhas bonitas que lhe ensinaram a recitar” Cão de Caça.


Opinião:

O autor da obra faz tamanho uso do poder da descrição que se torna impossível não se apaixonar pelos personagens, pela paisagem e pela história. Na escrita sobre as guerras faz com que quem está lendo se sinta “dentro” do mundo do livro.  
Não é uma história que se leia rápido, consideraria até um pecado horrível quem o fizesse, mas em compensação é digno de ser exposto em uma estante para exibi-lo com orgulho a quem quiser vê-lo. George Martin usa e abusa de sua criatividade, criando detalhes encantadores, por isso, o livro deve ser lido com calma para “soltar” melhor a imaginação e entender a história.
O livro narrado por vários personagens com diferentes pontos de vista nos faz pensar sobre como a vida pode mudar repentinamente de forma brusca. Vários tipos de reflexões são expostos ao longo da história, basta o leitor percebe-los. 

Por: m. bruna

terça-feira, 19 de março de 2013

Cultura em páginas




Aprender coisas novas é de fato essencial, entender novas linguagens e descobrir diferentes culturas é uma necessidade natural que o ser humano possui de querer evoluir e ganhar experiências, crescer quanto a sua visão sobre o mundo.
Pensando sobre isso, fui pesquisar alguns livros em diferentes idiomas e fiquei surpresa ao reparar em situações “assombrosas”.
Livros em inglês têm um grande número de vendas, edições e variedades de estilos literários, preços facilmente acessíveis comparado ao preço que acostumados a pagar por livros em português. Vale a pena comprá-los caso você seja um dos diversos amantes da língua inglesa. Talvez essa "popularidade" se deva ao fato de ser um idioma universal e prioritário nos dias atuais, como, por exemplo, em vestibulares ou entrevistas de emprego.
Entretanto, quando fui à procura de exemplares com outras línguas surpreendi-me com o escasso número de livros e também com os preços absurdos quando comparados aos livros traduzidos para o português (brasileiro).  
O Espanhol que também é bastante ensinado no Brasil, quase não há prioridade nas traduções de livros e é muito difícil acha-los nas estantes das livrarias, exceto nos setores de ensinos de outras línguas. O preço não é vantajoso quando comparado ao traduzido e não há variedade de estilos literários, editoras e autores.
O francês, o alemão e o italiano também são idiomas que têm algum destaque nas lojas apesar de pouco, comparado ao inglês e espanhol. E os preços também, quando comparados aos livros em português, são desvantajosos e desencorajadores. As demais línguas são dispersas e encontradas em grandes lojas ou em locais específicos da determinada cultura, país de origem do idioma.
A dificuldade de se comprar um livro de língua diferente nos dias atuais não deveria existir, com tanta tecnologia, meios de comunicação e a paixão por histórias que nunca morrerão. Esta é uma barreira tola que encontramos e devemos quebrar, não só no Brasil, mas também no mundo.
M. Bruna (ajuda: M. Vitor)


quarta-feira, 13 de março de 2013

Você conhece a maior rede social para leitores do Brasil?




Já ouviram falar do Skoob?
Skoob é uma rede social para pessoas como nós, apaixonados por livros
Nele podemos colocar na estante: livros lidos, desejados e abandonados. Avaliamos as histórias em até cinco estrelas e temos a opção de realizar trocas com outros usuários.
A melhor parte desta rede social, na minha opinião, são as chamadas “cortesias” onde editoras disponibilizam exemplares para sorteios e com sorte ganhamos algum livro. O sorteio é aleatório. São vários estilos literários e praticamente todos os dias tem o sorteio de algum livro (sempre às 00h00min).
Também podemos comprar livros pelo site, depois de ler as resenhas e comentários que os leitores postam deixando suas notas e opiniões, isso ajuda muito quando temos dúvidas de que livro comprar, se a história é de nosso gosto ou quando queremos saber um pouco do enredo. O skoob fornece-nos contatos de editoras e autores, os livros mais lidos dos usuários, como também, a editora em destaque.
Discutir opiniões em grupos, ver os lançamentos das editoras são as vantagens de se ter um perfil no skoob, além de poder “ficar por dentro” do que seus contatos estão lendo e criar metas de leituras que ajudam você a se organizar.
Acesse a página do Skoob no Facebook.

Por: m. Bruna